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A verdade sobre as células tronco embrionárias!

IMMB – Terapeuta Online/Plantas Medicinais/Ensino a Distância/Autoajuda

No meu compromisso de passar informações, tomei a liberdade de fazer algumas adaptações em uma apresentação que recebi por e-mail, resultando no texto que segue…

Veja também abaixo as manifestações da Dra. Zulma Peixinho

Abraços, paz e bênção
Egídio Garcia Coelho

A verdade sobre as células tronco ambrionárias!

As informações desta apresentação são rigorosamente científicas e suportadas por cientistas brasileiros e internacionais. Nada do que aqui é informado corresponde a fatos inverídicos ou expressos com outra intenção que não a de informar de modo simples, mas preciso, sobre os aspectos técnicos da pesquisa com células tronco embrionárias.

Há obviamente questões que não são meramente técnicas no que se refere a qualquer pesquisa com embriões humanos: são questões de ordem ética e morais seriíssimas.

Dizia-se, à época da aprovação da Lei de Bio-segurança no Brasil, que havia no país cerca de 30 mil embriões congelados e na verdade, pouco depois da aprovação das pesquisas com células-tronco de embriões humanos, um levantamento nacional revelou que o número de embriões congelados no Brasil era pouco mais de 3 mil, cuja fonte está no link:
http://www.comvisa.bvs.br/tiki-print_article.php?articleId=110

Essas 3 mil vidas dariam, no máximo, para dois anos de pesquisas.

Só que os próprios defensores da pesquisa com células tronco embrionárias admitem que podem levar ainda, no mínimo 5 anos em pesquisas para se chegar a colher os primeiros resultados, o que os levaria a uma corrida por matéria prima para sustentação.

Daí vê-se o porquê dos interesses comerciais para se aprovar a clonagem humana como suprimento de material para pesquisa. O que levaria a outra questão de igual relevância…

Por que um cientista, perguntado sobre isto desconversa afirmando, “Vamos ver o que vai acontecer, deixa aprovar o projeto”?

Isso é posição científica ou mera curiosidade?

Diz-se que um embrião de 100 células é somente um aglomerado de células, mas, a realidade é que o óvulo ou o zigoto fertilizado contém todo o material genético necessário à criação do indivíduo, e inclui um código complexo, não repetível, inerente ao indivíduo, com todas as características associadas à pessoa humana, cabendo a mãe somente fornecer abrigo, nutrição e oxigênio sem adicionar nada essencial, além do amor ao desenvolvimento do ser concebido.

É falsa a afirmação de que apenas se usa para pesquisa com células tronco embrionárias um embrião de 100 células. Pois, na realidade para o cultivo in vitro de um embrião de 100 células é necessário que ele seja suportado por uma lâmina (uma fatia finíssima) de embriões bem mais desenvolvidos e essas lâminas de embriões são “produzidas” no exterior e comercializadas, ou seja, vidas humanas gerando lucros!

Nisso tudo, o mais assustador é que, se alguém viesse a ser tratado com células tronco embrionárias teria que tomar imunodepressores pelo resto de sua vida para que rejeições fossem evitadas. Pois, que se alguém não estivesse disposto a tomar imunodepressores por toda a vida para evitar a rejeição de tecidos criados por células tronco com DNA diferentes do seu próprio, teria que autorizar sua própria clonagem. Enquanto a fonte de células tronco adultas é enorme (seu próprio corpo as produz) .
Devendo considerar ainda que o uso de células tronco adultas seja isento do perigo de rejeição.
E o absurdo é que, para cada pessoa que venha a se submeter a uma terapia com células tronco embrionárias seriam necessários que 400 mil embriões fossem sacrificados.

Evidências mostram que a clonagem humana nunca teve sucesso.

Foi revelado que um experimento sul-coreano usou 242 óvulos para obter uma única linha de células tronco embrionárias.

Também a vedete “ovelha Dolly”, clone de outra ovelha, morreu com doenças decorrentes de envelhecimento precoce. Notou-se que as extremidades de seus cromossomos eram curtas, exatamente como acontece na velhice!

Está confirmado que a doença caracterizada pelo desenvolvimento celular extremamente rápido é o câncer.

Os rumores são que a pesquisa com células tronco embrionárias é desejada porque essas células se desenvolvem com muito maior rapidez que as células tronco adultas.

Sabe-se com fundamentação científica que as células tronco adultas são especializadas e as embrionárias não. E que freqüentemente as células tronco embrionárias transformam-se em tumores, muitas vezes malignos.

Foi publicado uma notícia que um grupo coreano de pesquisas fez história usando células tronco embrionárias para curar mal de Parkinson em ratos. Mas, quando foi usado tecido fetal anterior a seis semanas para tratar um paciente humano de mal de Parkinson, este veio a falecer em conseqüência da formação de pedaços de osso, pele e cabelos no seu cérebro.

Está claro que o maior argumento dos cientistas que querem estudar células tronco embrionárias é a curiosidade. A mesma curiosidade que moveu cientistas nazistas a experimentos terríveis com seres humanos na segunda guerra mundial.

A curiosidade inicial move a ciência, mas, se deve ter um senso de responsabilidade muito bem formado, especialmente nos casos que tratam com vidas humanas.

Ter consciência dos problemas atuais, influir nos destinos da sociedade e protestar quando nos falam de benefícios sem expor os riscos que são enormes é obrigação de todo cidadão.

Vamos defender a ciência para benefício do homem, dizendo não à cultura da morte e defendendo a cultura da vida.

Conscientes refletimos e com coerência, buscamos evitar pesquisas com embriões humanos, pois, temos provas evidentes de que nossos cientistas estão ainda despreparados espiritualmente e sem ética moral para o entendimento de tamanha complexidade no mergulho da fantástica e desafiadora criação da vida.

Este texto é adaptação de uma apresentação formatada por Antonio Carlos Laus que assim fez seu encerramento:

APÓIEM a pesquisa com células tronco ADULTAS, que podem ser retiradas da medula ou de cordão umbilical.

REJEITEM a pesquisa com células tronco EMBRIONÁRIAS.

A vida vale à pena e devemos ter esperança, mas não vamos nos enganar com falsas promessas.

Envie por e-mail a todos quantos conheça.

Divulgue este link:
http://www.motivacao.org/blog/187

Mais um aviso: qualquer cidadão que possa vir a ser tratado com técnicas derivadas de células tronco não pagará sequer um tostão a ninguém. Será parte de protocolo de pesquisa gratuita. Este aviso tem procedência uma vez que já se identificou gente que foi enganada e pagou caro por uma injeção de células adultas comuns, com a promessa de cura de doença.

Não há restrições à cópia e à distribuição livre.

Colaboração e formatação: Antonio Carlos Laus

Baseado em entrevista da Profa. Dra. Lilian Piñero Eça, realizada em 06/mai/2005 no programa Tribuna Independente da Rede Vida de TV / ACeA.

www.portaldafamilia.org

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3 Comentários

  1. As células-tronco “reprogramadas” iPS não precisam mais ser obtidas com a introdução de genes ou com a utilização de retrovírus como vetor. Segundo a Profa. Dra. Alice Teixeira Ferreira, a PrimeGen já está apresentando um método mais rápido e 1000 vezes mais eficiente: as proteínas necessárias para induzir a pluripotência nas células adultas são levadas por partículas de carbono que são rapidamente incorporadas pelas células adultas (usaram células da pele, de rim e da retina). Afirma também que não tem de se preocupar com a manipulação genética que na verdade não ocorre, pois o que se faz é ativar genes que estavam silenciados. Por outro lado, prossegue, a reprogramação foi estudada primeiramente em camundongos e podemos continuar usando estes animais para estudar o comportamento de células embrionárias, pois afinal existe uma homologia de 95% entre o genoma destes animais e o humano.

  2. A celeuma do tratamento com células-tronco embrionárias humanas poderia e deveria ter sido solucionada meramente no âmbito científico. A que devemos esta falha/omissão?
    A possibilidade de tal terapia (tratamento) tem sido erroneamente enfocada com a mesma abordagem atribuída a transplantes de córnea e de órgãos sólidos (ex: rim, coração), haja vista a ampla e irrestrita mobilização nacional resultando em comoção, revolta e ofensas infundadas.
    Entretanto, sabe-se que para o tratamento com células-tronco embrionárias humanas é necessário seguir as mesmas leis de transplantação adotadas para transplante de medula óssea (células-tronco adultas), ou seja, compartilhamento do RG biológico (HLA) pelo doador das células (embrião) e receptor das mesmas (paciente/deficiente físico). A obrigatoriedade em seguir esta norma propiciaria que as células pudessem exercer seu efeito biológico in vivo, sem serem rapidamente rejeitadas pelo sistema imunológico do paciente/deficiente físico.
    O inusitado é que tal regra imunológica, que tem sido amplamente ignorada/omitida nos debates já realizados sobre a liberação do uso de embriões humanos para pesquisa, está vastamente documentada e ilustrada na literatura científica atual (ex: http://www.sciencedaily.com/releases/2007/12/071220123837.htm) e afirma:
    1 – existe uma barreira imunológica intransponível (barreira alogênica) que NÃO permite a transferência aleatória de células-tronco em humanos, sejam elas células-tronco adultas ou não.
    2 – as células-tronco embrionárias humanas NÃO podem ser utilizadas para tratamento (terapia) porque a reação imunológica de rejeição (resposta alogênica) é potente, rápida e dominante.
    Não poderia permanecer calada quando prego um ensinamento dentro da sala de aula e vejo “outro” sendo veiculado e abordado fora dela.

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