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O TEOSOFISTA – Março/2009 IV – Ser Infalível

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O TEOSOFISTA – Março/2009 IV – Ser Infalível

Sobre a Esperança de Ser Infalível

Simplicidade Voluntária é Indispensável na Caminhada

Pergunta:

Podemos ver que há alguns “líderes espirituais” que parecem considerar a si mesmos como incapazes de errar. O que diz a teosofia a respeito?

Comentário:

A marca de uma pessoa desinformada é a esperança de ser infalível. O orgulho que decorre desta esperança é sintoma que não há um bom contato com a alma imortal.

Os seres humanos são todos aprendizes, quando são sábios. O importante é aprender a aprender, e H. P. Blavatsky escreveu:

“Por que deveria qualquer um de nós − sim, e até mesmo o maior conhecedor da sabedoria oculta entre os teosofistas − adotar a pose da infalibilidade? É melhor admitirmos humildemente com Sócrates que ‘só sabemos que nada sabemos’; pelo menos, em comparação com o que ainda temos que aprender.” [1]

A luz da aprendizagem interior parece iluminar melhor aquele que avança corrigindo seus erros com simplicidade, pelo caminho estreito e íngreme que vai morro acima em direção à visão do Todo.

NOTA:

[1] “Theosophical Articles”, H. P. Blavatsky, Theosophy Co., Los Angeles, edição em 3 volumes, 1981, ver volume 1, p. 22, texto “Esoteric Buddhism and The Secret Doctrine”.

Cartas a Adyar Sobre William Q. Judge

Em Defesa da Verdade Histórica

Pelo quarto ano consecutivo, estudantes de teosofia escreverão em torno do dia 13 abril de 2009 cartas para a direção internacional da Sociedade Teosófica de Adyar, solicitando que seja corrigida a injustiça feita por Annie Besant e Henry Olcott contra William Judge, em 1894-95.

O processo de acusações injustas e perseguição da Sociedade de Adyar contra Judge levou à fragmentação do movimento teosófico, e hoje está bem documentado em diversos livros.[1] Foi o primeiro passo para o abandono da filosofia original e a criação de uma pseudo-teosofia.

As acusações de que Judge havia forjado contatos com os Mestres de Sabedoria foram baseadas em uma campanha de rumores cujo objetivo era obter o poder político sobre o movimento. Nenhuma prova válida foi jamais apresentada. Na época, o “Comitê Judicial” nomeado para examinar o assunto declarou que não poderia tomar uma decisão. As acusações não foram sequer avaliadas. Pouco antes de morrer, Henry Olcott fez uma autocrítica a respeito. No entanto, Judge nunca foi declarado inocente pela Sociedade de Annie Besant. O carma amadureceu e hoje a Sociedade de Adyar vive uma crise sem precedentes.

Começada em 2006, a campanha de cartas abertas para Adyar não espera resultados de curto prazo. No entanto, os seus organizadores consideram que ela é um instrumento útil para o movimento, porque demonstra de modo prático que a ação necessária para melhorar o movimento esotérico como um todo pode ser feita de modo democrático, com base na ação livre de estudantes independentes, feita com paciência e a longo prazo.

Cada carta em defesa de William Q. Judge é aberta e pode ser amplamente divulgada, de modo que o resgate do nome e da obra deste pensador ocorra de modo independente, enquanto Adyar não age. Mais informações sobre esta campanha de cartas podem ser obtidas escrevendo para lutbr@terra.com.br .

NOTA:

[1] Uma destas obras é “The Judge Case”, de Ernest Pelletier, publicada pela Sociedade Teosófica de Edmonton, Canadá, em junho de 2004. Com mais de 980 pp. em tamanho A4, o livro reproduz uma grande quantidade de documentos e é um arquivo histórico sem igual.

O Teosofista – Notas e Informações Sobre Teosofia e o Movimento Esotérico

Ano II, Número 22, Março de 2009. O Teosofista é o boletim eletrônico mensal do website www.filosofiaesoterica.com . Entre em contato com os editores, faça perguntas ou mande sugestões pelo e-mail: lutbr@terra.com.br .

Volta…I

Volta…II

Volta…III

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